segunda-feira, 3 de agosto de 2009

CALVINISMO, CONFORME A REVISTA TIME, É A IDEIA QUE ESTÁ MUDANDO O MUNDO


A revista Time apontou o novo Calvinismo em terceiro lugar, na sua matéria de capa sobre as 10 Idéias transformando o mundo na atualidade(...).

Maiores informações, clique AQUI.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

NA INGLATERRA, ADOLESCENTE É DESPEDIDA POR FALAR MAL DO EMPREGO EM REDE SOCIAL

Na Inglaterra, adolescente é despedida por falar mal do emprego em rede social

Kimberley Swann, uma adolescente de 16 anos, foi demitida de seu emprego em Clacton, na Inglaterra, por ter reclamado do trabalho no site de relacionamentos Facebook, segundo o jornal inglês "Daily Mail".

Seu chefe, Stephen Ivell, proprietário de uma empresa de marketing e logística, descobriu os comentários três semanas de seu primeiro dia de trabalho. A adolescente havia escrito textos como "meu Deus!! Tão chato!!" e "tudo o que faço é triturar, furar e escanear papel!".

Segundo o jornal, na demissão, o chefe disse a Kimberley Swann que tinha visto os comentários dela na Internet e que isso não era bom para a empresa. Ela conta que ficou chocada porque não tinha escrito o nome da companhia, que fez os comentários sem intenção de que se tornassem públicos e que esperava que o trabalho iria se tornar mais interessante com o tempo.

Ivell disse que sua empresa agiu legalmente e que a "demonstração de desrespeito e insatisfação [de Kimberley] minaram o relacionamento e o tornaram insustentável".

26/02/2009 - 16h23 - Da Redação - Em São Paulo
http://noticias.uol.com.br/empregos/ultnot/2009/02/26/ult6957u364.jhtm

sábado, 21 de fevereiro de 2009

CALVINO E A EDUCAÇÃO

CALVINO E A EDUCAÇÃO

Verdade e Pluralidade - Introdução

Todos os que chegam à Universidade a cada ano logo se apercebem da pluralidade de entendimentos, concepções e valores que marcam o ambiente universitário. Embora a diversidade esteja presente em sua vida muito antes de se tornar um universitário, é aqui na Academia que o estudante sentirá mais de perto a sua força.

A pluralidade é um dos conceitos ícones da nossa geração, uma das marcas da moderna Universidade. Como tal, requer a nossa atenção, especialmente pelo fato de sermos uma Universidade confessional. Ainda que a pluralidade seja considerada como um dos postulados mais bem estabelecidos da nossa era, é saudável refletirmos sobre sua natureza, efeitos e desafios.

1) Pluralidade na Universidade

Embora o ensino superior exista desde a Antiguidade, a Universidade moderna teve suas origens na Europa do séc. XII, conforme a opinião mais aceita, e deve sua forma atual às universidades de Bolonha, Paris e Oxford, que surgiram durante o século XIII. Apesar de ter sofrido influências e transformações oriundas da Renascença, da Reforma e do Iluminismo, a Universidade permaneceu basicamente a mesma e é uma das instituições mais antigas e estáveis do mundo ocidental.

As universidades medievais surgiram graças a diferentes fatores, como atender à crescente demanda de pessoas em busca de educação, o desejo idealista de obter conhecimento, a resistência ao monopólio do saber pelos mosteiros, a vitalidade das escolas mantidas pelas catedrais e o desejo de reformar o ensino. Todavia, elas tinham um objetivo comum, uma mesma missão, que era a busca do conhecimento unificado que permitisse a compreensão da realidade.

Universitas, na Idade Média, era um termo jurídico que, empregado para as escolas, significava um grupo inteiro de pessoas engajadas em ocupações científicas, isto é, professores e alunos. Só mais tarde o termo viria a significar uma instituição de ensino onde essas atividades ocorriam. Tal designação já aponta para a tarefa que pessoas diferentes tinham em comum: a busca da verdade em meio à pluralidade de compreensões. Esse alvo requeria uma síntese das diferentes visões e compreensões de mundo, um campo integrado que desse sentido aos mais diversos saberes. O princípio subjacente à criação das universidades, portanto, era a procura das verdades universais que pudessem unir as diferentes áreas do conhecimento. Daí o nome “universidade”.

Quando as universidades medievais surgiram, a cosmovisão cristã que dominava a Europa fornecia os pressupostos para essa busca da unidade do conhecimento. Hoje, a visão cristã de mundo é excluída a priori em muitas universidades modernas pelos pressupostos naturalistas, humanísticos e racionalistas que passaram a dominar o ambiente acadêmico depois do Iluminismo. Tais pressupostos não têm conseguido até o presente suprir uma base comum para as diferentes áreas do saber. A fragmentação do conhecimento tem sido um resultado constante na Academia, como se as diferentes disciplinas tratassem com mundos distintos e contraditórios.

Lamentavelmente, hoje, muitas universidades viraram multiversidades ou diversidades, abandonando a busca de um todo coerente, de uma cosmovisão que dê sentido e relacionamento harmônico a todos os campos de conhecimento. Esse fenômeno se verifica primariamente na área das ciências humanas; todavia, nem mesmo a área das exatas lhe é totalmente imune, como testemunham as diversas percepções, por vezes conflitantes entre si, na matemática, física e química.

Conforme Allan Harman escreve:

As universidades em geral não mais possuem um fator integrador. A palavra “universidade” tem a idéia de unidade de conhecimento ou de abordagem. Derivada do latim “universum” refere-se à totalidade ou integração. Claramente o conceito era de que, dentro de uma universidade, havia aderência a uma base comum de conhecimento que interligava o ensino em todas as escolas.
Edgar Morin, intelectual francês contemporâneo, percebe corretamente essa fragmentação do conhecimento e da educação nas diversas obras que tem publicado.

Para ele,

... o sistema educativo fragmenta a realidade, simplifica o complexo, separa o que é inseparável, ignora a multiplicidade e a diversidade... As disciplinas como estão estruturadas só servem para isolar os objetos do seu meio e isolar partes de um todo. Eliminam a desordem e as contradições existentes, para dar uma falsa sensação de arrumação. A educação deveria romper com isso mostrando as correlações entre os saberes, a complexidade da vida e dos problemas que hoje existem.

2) Entendendo a Pluralidade

É evidente que existe uma grande pluralidade ou diversidade no mundo. A criação de Deus é plural, a humanidade feita à imagem dele é plural, as culturas são plurais, as idéias são plurais. Há uma enorme e fascinante diversidade na realidade que nos cerca. Para nós, essa impressionante variedade da existência revela a riqueza, o poder e a criatividade de Deus, conforme a Bíblia registra no Salmo 104.24,

Que variedade, Senhor, nas tuas obras!
Todas com sabedoria as fizeste;
cheia está a terra das tuas riquezas.

Tal entendimento em nada compromete nossa busca na academia por verdades absolutas e universais. As dificuldades surgem quando se confunde pluralidade com relativismo radical e absoluto. Esse último nega os conceitos de unidade, igualdade, harmonia e coerência que existem no mundo, entre idéias, pessoas e culturas. O relativismo total pretende desconstruir o princípio implícito de verdade absoluta, de valores, conceitos e idéias que sejam válidos em qualquer lugar e a qualquer tempo. Nesse sentido, a pluralidade se confunde com o relativismo que domina a mentalidade contemporânea, sendo entendida como a convivência de idéias e concepções contraditórias que devem ser igualmente aceitas, sem o crivo do exame da veracidade e sem que uma prevaleça sobre a outra, visto serem consideradas todas verdadeiras.

Para nós, que somos uma Universidade que se orienta por um conjunto de fundamentos – no caso, a fé cristã reformada –, a pluralidade, entendida como diversidade, é muito bem-vinda. A enorme variedade que caracteriza nosso mundo não anula de forma alguma a existência de verdades gerais e universais. Quando, todavia, a pluralidade é entendida como relativismo total ou sistema de contradições igualmente válidas, precisamos analisar o assunto com mais cuidado.

3) Desafios da Pluralidade

O relativismo absoluto gera diversos problemas de natureza prática, como, por exemplo, a dificuldade de se viver o dia a dia de forma coerente com a crença de que tudo é relativo. Mesmo os relativistas mais radicais são obrigados a capitular diante da inexorável realidade: a vida só pode ser organizada e levada à frente com base em princípios, valores e leis universais que sejam observados e reconhecidos por todos. Concordamos com Edgar Morin quanto à sua percepção da complexidade da vida e da existência . Todavia, entendemos que o reconhecimento de que todas as áreas de atividades e conhecimento são complexamente interligadas reflete um propósito unificado e uma origem única, apontando para o Criador. É evidente que essa interligação das partes com o todo, e vice-versa reforça a possibilidade de se buscar princípios e valores universais que permeiam e regulam o universo de conexões e aderências.

Dificilmente o ser humano consegue conviver em paz com o relativismo absoluto. Existe uma busca interior em cada indivíduo por coerência, síntese e unidade de pensamento, sem o que não se pode encontrar sentido na realidade, um lugar no mundo e nem mesmo saber por onde caminhar. Acreditamos que este ímpeto é decorrente da imagem de Deus no homem, um Deus de ordem, de propósitos, coerente e completo.

Para muitos, o ideal do pluralismo de idéias no ensino significa simplesmente que a Universidade deveria ser o local neutro onde todas as idéias e seus contraditórios tivessem igualdade de expressão, cabendo aos alunos uma escolha, ou não, daquelas que lhe parecerem mais corretas. Todavia, conforme bem escreveu Robert P. Wolff, a neutralidade da Universidade diante dos valores é um mito. É inevitável o posicionamento ideológico diante das questões da vida e do conhecimento. Esse ponto é inclusive reconhecido, ainda que timidamente, pela Lei de Diretrizes e Bases, quando define as universidades confessionais como aquelas que “atendem a orientação confessional e ideologia específicas.”

4) Verdade

As universidades de orientação confessional cristã há muito têm procurado desenvolver um modelo acadêmico em que a busca da verdade seja feita a partir da visão de mundo cristã em constante diálogo com a pluralidade de idéias e com a diversidade de visões e entendimentos. Não é tarefa fácil diante do mundo pluralista em que vivemos, a ponto de que alguns têm defendido que as próprias universidades confessionais desistam desse ideal.

Diante do quadro de fragmentação do saber e do relativismo que domina, em várias instâncias, a mentalidade universitária, afirmamos a existência, a realidade e a importância da verdade, de conceitos que são universalmente válidos em todas as áreas do conhecimento e da vida. Aqui, afirmamos as seguintes “verdades sobre a verdade":

1. A verdade é descoberta e não inventada. Ela existe independentemente do conhecimento que uma pessoa tenha dela. Ela existe fora de nós e não somente dentro de nós.

2. A verdade é transcultural. Se algo é verdadeiro, será verdadeiro em todas as culturas e tempos, ainda que sua expressão possa variar de acordo com o ambiente vivencial das pessoas.

3. A verdade é imutável, embora a nossa crença sobre ela possa mudar. Ela permanece a mesma, o que é relativo é nossa percepção dela.

4. As crenças das pessoas não podem mudar a verdade, por mais honestas e sérias que sejam.

5. A verdade não é afetada pela atitude de quem a professa ou de quem a nega.

Conclusão

Reconhecemos a diversidade e a complexidade das idéias, conceitos, costumes e valores existentes. Questionamos, todavia, que a pluralidade implica na total relativização da verdade. Afirmamos a existência de idéias e valores absolutos, princípios e verdades espirituais, éticas, morais, epistemológicas universais.

Cremos que o Cristianismo bíblico fornece o fundamento para a compreensão da realidade como um todo coerente, sempre levando em conta a fabulosa variedade da existência humana.

Encorajamos os alunos, os professores e o pessoal administrativo do Mackenzie a refletir sobre o fato de que a pluralidade, entendida como saudável diversidade, dentro de referenciais e sem a negação da verdade, enriquece o conhecimento humano e leva à melhor percepção de nós mesmos, de nosso mundo e de nosso Criador.

Rev. Dr. Augustus Nicodemus Lopes
Chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie


FONTE: http://www.mackenzie.br/ano2007000.html

Prof. Luis Cavalcante - http://luis-cavalcante.blogspot.com

domingo, 8 de fevereiro de 2009

CONHECENDO MELHOR A PELE

Descubra como funciona sua pele e por que surgem as espinhas para saber o jeito certo de combate-las e entender o que acontece no seu corpo a cada tratamento contra a acne.

- Características principais da pele
- Pele em camadas
- Nasce uma "pelinha"
- A sensação da pele
- Calor que sente na pele!
- Um frio de rachar
- Sebo que protege a pele
- Créditos

Características principais da pele

A pele é um dos maiores órgãos do corpo humano e representa 16% do seu peso. Isso quer dizer que, se você tem 70 kg, sua pele é responsável por cerca de 12 kg do seu peso.

A principal função da pele é proteger o corpo da perda de água, dos raios ultra-violetas do sol e das agressões do meio ambiente. Também é responsável por receber e transmitir estímulos (sensações de frio e calor, tato, dor...) e ajudar na regulagem da temperatura corporal.

Pele em camadas

A pele é constituída pelas camadas: epiderme, derme e hipoderme, firmemente unidas entre si.

A camada mais externa, aquela que você pode ver, chama-se epiderme. Formada por células sobrepostas e achatadas, chamadas queratinócitos, ela é rica em queratina e proteína e é responsável por evitar a desidratação do organismo.

Sua espessura varia de acordo com a região do corpo, chegando a 1,5mm na região plantar (solas dos pés). Nas pálpebras, por exemplo, sua espessura é de apenas 0,3mm.

A epiderme renova-se continuamente: suas células nascem na camada basal e, à medida que se aproximam da superfície, vão se achatando, até formar a camada córnea. Em seguida, desprendem-se do corpo num ciclo de renovação que varia de um a dois meses.

A segunda camada da pele chama-se derme, é mais profunda e formada por estruturas com características elásticas, além de grande quantidade de vasos sangüíneos (redes vasculares) e fibras nervosas. Nesta camada estão localizados os anexos cutâneos, como pêlos, unhas, glândulas sebáceas e sudoríparas.

A hipoderme é a terceira e última camada da pele. Também chamada de panículo adiposo, tem a função de apoiar e unir a epiderme e a derme ao resto do corpo, permitindo que ela deslize livremente sobre as estruturas mais profundas do organismo.



Nasce uma "pelinha"

Na terceira semana de vida do feto, a epiderme é formada a partir da ectoderme, um dos três folhetos embrionários. Nesta fase, é apenas uma simples camada, sem diferenciações.

A partir daí a derme e os anexos da pele começam a se formar. Por volta da nona semana, surgem os folículos pilosos, que dão origem aos pêlos nas sobrancelhas, no queixo e no lábio superior.

Na 12a. semana, originam-se as glândulas sudoríparas nas palmas dos pés e das mãos e as unhas. As glândulas sebáceas aparecem entre a 13a e a 15a. semana.
A sensação da pele

É responsável pela transmissão das sensações para o cérebro, com a ajuda dos muitos nervos que as transmitem para o nosso corpo. É por isso que podemos sentir dor, tato, temperatura e pressão. Cada uma destas sensações é transmitida por tipos diferentes de nervos, os receptores:





O corpo tem quantidades diferentes de nervos dependendo da região e quanto maior a quantidade de nervos, maior é a sensibilidade. Olhos e língua são exemplos de regiões bastante sensíveis. Veja como a medicina representa visualmente esta característica.



Calor que sente na pele!

O corpo humano funciona à uma temperatura ideal de 36,5 º C. Quando essa temperatura começa a subir, o corpo precisa dissipar o calor gerado. Ele faz isso através das glândulas sudoríparas, que produzem o suor.



E porque o suor elimina calor?

Os elementos precisam ganhar ou perder energia para mudar seu estado físico: é preciso ganhar energia para mudar do estado líquido para o gasoso, e perder energia para mudar do estado líquido para o sólido.

É o que acontece com o suor. Ele é uma gotícula de água sobre a pele que precisa evaporar. Para isso, vai "roubar" energia da superfície da pele, esfriando-a. O sangue que percorre os vasos sangüíneos da pele também se esfria e, ao circular pelo organismo, esfria todo o corpo.

Para perder calor com maior rapidez nos dias quentes, o corpo aumenta o calibre dos vasos sangüíneos que percorrem a pele. É a vasodilatação, que deixa a pessoa com a pele avermelhada.

Um frio de rachar

O ar é um dos melhores sistemas de isolamento térmico. Em baixas temperaturas, ocorre o arrepio, que protege o corpo das baixas temperaturas. Os pêlos levantados fazem com que uma camada de ar fique parada sobre a pele, funcionando como isolante térmico. O músculo que levanta o pêlo é o responsável pelo arrepio.



Ao mesmo tempo, o corpo provoca a vasoconstrição, que é a diminuição do calibre dos vasos que percorrem a pele, reduzindo o volume de sangue que passa por ela. Desta forma, diminui a quantidade de sangue esfriado, o que evita perda de calor do corpo.

Sebo que protege a pele

O sebo, produzido pelas glândulas sebáceas da pele, é composto por várias substâncias que atuam como lubrificantes naturais do pêlo, evitando que fique quebradiço. O sebo também protege os pêlos e a própria pele dos agentes externos, além de lubrificar a pele, diminuindo a evaporação de água quando a umidade do ar está baixa. O sebo protege ainda contra o excesso de água na superfície e promove a emulsão de algumas substâncias.

Os melanócitos dão a cor da pele e protegem contra efeitos nocivos do sol. São células produtoras de pigmentos, principalmente a melanina, que determinam a cor da pele das pessoas. Eles protegem as outras células, ao absorver os raios solares.


Créditos

Chao Lung Wen
Professor Livre Docente e Coordenador Geral da Disciplina de Telemedicina da Faculdade de Medicina da USP (DTM-FMUSP)

Hélio Amante Miot
Dermatologista e Pós-Graduando em nível de doutoramento da Faculdade de Medicina da USP (DTM-FMUSP).

Andrea M. Godoy
Dermatologista - DTM-FMUSP.

Vanessa Haddad
Estratégia de Comunicação

Carlos Gustavo Zagatto
Digital Designer

Recursos tecnológicos e suporte
Intec - Informática e Telemedicina

Fonte: www.cucas.com.br

O QUE SÃO ESPINHAS?

Espinha não é só "aquela coisa chata que aparece na pele e estraga a minha vida". As espinhas são uma doença e, como tal, elas têm tratamento. Saiba mais sobre elas e como evitá-las.

O que são espinhas?

Acne (ou espinha) é uma das doenças dermatológicas mais comuns e aparece com freqüência em adolescentes e adultos jovens, tanto homens quanto mulheres.
Cerca de 85% das pessoas com acne apresentam manifestações simples, aquelas espinhas pequenas e comuns. As outras 15% têm acne inflamatória, com lesões mais aparentes, de intensidade variável e precisam de tratamentos mais específicos.
A acne é mais comum no rosto, mas pode aparecer também no pescoço, peito, costas, ombros, braços e pernas.

Quais são as causas das espinhas?

Existe uma tendência hereditária nas espinhas. Se os pais de um jovem tiveram ou têm espinhas, é provável que ele tenha espinhas também.

Espinha é uma doença que afeta o folículo pilossebáceo, formado por glândulas sebáceas e pêlo. As glândulas sebáceas estão na pele e produzem o sebo, um "lubrificante" da pele, saudável para impedir o seu ressecamento.

Vários fatores aumentam exageradamente a produção do sebo, como as típicas mudanças hormonais que ocorrem na puberdade. Esse "exagero de produção de sebo" é relacionado ao aparecimento da acne., Por isso aparecem tantas espinhas nessa fase da vida.

Normalmente as células das camadas mais externas da pele descamam gradativamente. Durante a puberdade, essas células descamam mais rápido, podendo ocorrer aglomeração dessas células no orifício do folículo pilossebáceo, produzindo uma obstrução deste local. Esta obstrução impede que o sebo saia pelo orifício. Este acúmulo forma o que se chama de "comedão".

A retenção do sebo libera algumas substâncias que causam irritação e, conseqüentemente, surge uma inflamação. Ao mesmo tempo, o sebo é um meio propício à proliferação de uma bactéria chamada Propionibacterium acnes, que intensifica a acne.

Qual a diferença entre cravo e espinha? Eles podem ser espremidos?

Tanto cravo quanto espinha são nomes populares para diferentes estágios de acne. O cravo é um "comedão" (sebo que não foi eliminado do folículo pilossebáceo), mas sem inflamar. O que se vê, normalmente, é um ponto preto.

A espinha é acompanhada por um processo inflamatório, virando um ponto vermelho na pele, com ou sem pus, geralmente dolorido.

Nenhum dos dois deve ser espremido, pois isso pode agravar o processo e deixar cicatrizes.

Tensão emocional e ciclo menstrual influenciam as espinhas?

É muito comum ouvirmos falar do estresse relacionado ao aparecimento de espinhas. Isso se deve ao fato de o estresse provocar efeitos no corpo, como alterações hormonais, que podem propiciar o aparecimento da acne. Portanto, fatores emocionais e ciclo menstrual podem atuar como agravantes da acne sim.

Alimentação influencia as espinhas?

Comida não causa espinhas. Não existem evidências científicas que sugiram que a alimentação cause ou influencie a acne. Evitar alimentos que não fazem bem à saúde de um modo geral é aconselhável, porém, uma dieta não vai resolver o problema da acne, e sim um tratamento adequado.

Quais são as conseqüências das espinhas?

Todos os casos de espinhas podem ser tratados com sucesso. Sem tratamento, as espinhas podem provocar alterações físicas e psicológicas.

Como a acne tem um impacto significativo na aparência da pessoa, espinhas no rosto podem causar redução da auto-estima, vergonha, sentimentos de ansiedade e depressão, preocupação, frustração e, até mesmo, maior dificuldade em obter emprego.

As cicatrizes físicas podem ser desfigurantes, e afetar, como a própria acne, a vida psicossocial das pessoas.

Toda marca na pele deixa uma cicatriz? Como preveni-las?

A cicatriz é uma forma da pele responder à presença da acne. Nem toda marca na pele, porém, é uma cicatriz. Marcas avermelhadas na pele podem não ser permanentes, e desaparecer após algum tempo. As cicatrizes da acne podem ser físicas ou emocionais.

O tratamento da acne é a melhor maneira de se prevenir cicatrizes. Com a ajuda de um dermatologista, quase todos os casos de acne podem ser curados.

Fonte: www.cucas.com.br

POR QUE AS ESPINHAS APARECEM?

Na adolescência, devido à produção de hormônios, ocorre um aumento da oleosidade da pele.

Associado a isto, acontece a obstrução dos poros e o acúmulo de bactérias que levam à inflamação.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia.

TODO MUNDO TEM ESPINHA?

Cerca de 80% dos adolescentes têm espinhas, alguns casos são mais leves e outros mais avançados.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia.

O QUE PIORA AS ESPINHAS?

A ansiedade e principalmente o estresse podem agravar a inflamação e as espinhas.

Alterações hormonais e o uso de anabolizantes também podem piorar o quadro.

Algumas mulheres observam também um aumento nas espinhas durante o período pré-menstrual.


Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia.

MINHAS ESPINHAS TÊM SOLUÇÃO?

Existem diversas formas de combater as espinhas, dependendo da gravidade do problema e da sua evolução.

Para que a situação não alcance níveis ainda mais sérios, é necessário que um dermatolgoista seja consultado o quanto antes. Só ele será capaz de diagnosticar a doença com precisão e indicar o tratamento ideal, específico para cada pessoa.

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia.